FALTA DE ATENDIMENTO MÉDICO

COMO DIZ A PRÓPRIA PUBLICAÇÃO: EXEMPLO.

SE A JUSTIÇA TRABALHAR AQUI,

PREFEITO, SECRETÁRIA DE SAÚDE,

E OUTRAS PESSOAS ESTARÃO EM EVIDÊNCIA.

CASOS DE FALTA DE ATENDIMENTO JÁ TIVEMOS

VÁRIOS, E POR FALTA APENAS DE BOM SENSO.

MAS QUEM ENFRENTA A POLÍTICA DO

SENHOR DE ENGENHO?

Exemplo » Justiça condena prefeito

e dentista por falta de atendimento

a aldeias indígenas

Publicação: 27/03/2015 12:01 Atualização:

A Justiça de Mato Grosso condenou o atual prefeito da cidade de Paranatinga, Vilson Pires (PRP), e o dentista Jorge José Zamar Neto, por atos de improbidade. Segundo o Ministério Público, autor da ação, o dentista foi contratado sem licitação para prestar assistência nas aldeias indígenas Xavante e Bakairi, no município.

A Promotoria afirma que o dentista recebeu R$ 41 mil dos cofres públicos, entre setembro de 2009 e abril de 2010, mas não prestou os serviços na forma devida. De acordo com o Ministério Público ele não cumpria o contrato com jornada mensal de 20 dias junto às aldeias, firmado com a Prefeitura.

“Realizou apenas uma única visita que durou aproximadamente dois ou três dias, bem como, outros 7 atendimentos na sede do município, conforme apurado em procedimento de investigação preliminar, o que representa apenas 4,2% do contrato total”, diz a sentença.

Em depoimento, o cacique Darci Uptobre afirmou que o antigo dentista que atendia a aldeia ficava 15 dias no local. Folgava 10 e ficava de sobreaviso em caso de alguma emergência indígena.

“O dr. Jorge sem qualquer consulta à comunidade indígena (…) referido profissional (Dr. Jorge), desde que foi contratado, esteve na aldeia uma única vez, ficando aproximadamente 3 dias (…) que o dr. Jorge também nunca atendeu os índios na sede do município; que o dr. Jorge não trabalhava no atendimento dos indígenas, dentro ou fora da aldeia (…)”, disse o índio.

O prefeito e o dentista deverão ressarcir o erário em R$ 39.278 00. Eles também foram multados e deverão pagar R$ 117.834,00 equivalente a três vezes o valor do dano. Os dois tiveram os direitos políticos suspensos e estão proibidos de contratar com o poder público pelo prazo de 10 anos.

Trata-se de uma decisão de primeira instância. Os réus ainda poderão recorrer. O prefeito e o dentista não foram localizados para comentar a sentença judicial.

http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/politica/2015/03/27/interna_politica,568453/justica-condena-prefeito-e-dentista-por-falta-de-atendimento-a-aldeias-indigenas.shtml

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UM BOM EXEMPLO DE TAQUES

COMO BONS EXEMPLOS ESTÃO RAROS,

CLAMAMOS AO PREFEITO DE LUCAS DO RIO VERDE:

ESTÁ AÍ, É TEU AMIGO.

APROVEITA E FAZ O MESMO.

MAS MAURO MENDES TAMBÉM É,

E ENSINOU O PIVETTA A FAZER

JUSTAMENTE O CONTRÁRIO.

CONCURSADOS?

O NEGÓCIO É FAVORECER AMIGOS E

PARENTES DE AMIGOS.

CONTRATAÇÃO SEM CONCURSO,

ASSIM PODEMOS CHANTAGEAR.

E AINDA RECEBE COMENDA DO

FÓRUM DO TRABALHO.

NO VELHO OESTE, PISTOLEIROS

ERAM CONTRATADOS COMO XERIFE.

Governo exonera quase 400 em março;

Gestão, Detran e Seduc são alvos

Publicado Quinta-Feira, 26 de Março de 2015, às 12:41 | CenárioMT com Olhar Direto

O governador Pedro Taques (PDT) continua substituindo os comissionados do governo estadual. No Diário Oficial que circula nesta quinta-feira, foram publicadas seis exonerações e 18 nomeações. Ao longo do mês, 396 pessoas foram exoneradas no estado. Parte desses funcionários foram nomeados em outras funções.

A pasta com o maior número de novos nomeados é a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, com seis pessoas. A que tem o maior número de exonerações é a Secretaria de Gestão, com três comissionados exonerados e três nomeados.

As mudanças atingem também o Departamento Estadual de Trânsito (Detran), o Instituto de Defesa Agropecuária (Indea) e as secretarias de Educação, Meio Ambiente, Ciência e Tecnologia, Agricultura Familiar, Trabalho e Assistência Social e Saúde.

Confira a lista:

Exonerações

Detran

THIAGO EMMANUEL MOREIRA ROSA do cargo em Comissão de Direção Geral e Assessoramento, Nível DGA-6, de Coordenador do RENAEST

Secretaria de Gestão

AUXILIADORA REGINA PEREIRA LEITE DAURIA do cargo em comissão de Direção Geral e Assessoramento, Nível DGA-6, de Coordenadora de Laboratório de Administração Pública

EDSON PALMA RIBEIRO do cargo em comissão de Direção Geral e Assessoramento, Nível DGA-6, de Assessor Técnico III

LUIS ARMANDO RODRIGUES VITÓRIO do cargo em comissão de Direção Geral e Assessoramento, Nível DGA-4, de Superintendente da Imprensa Oficial

Secretaria de Educação

DÉBORA ALESSANDRA COSTA do cargo em comissão de Direção Geral e Assessoramento, Nível DGA-9, de Assistente Técnica II

Secretaria de Meio Ambiente

MARIA DO ROSÁRIO LOPES PEREIRA BARBANT do cargo em Comissão de Direção Geral e Assessoramento, Nível DGA-6, de Assessora Especial III

Nomeações

Indea

DANIELE MARTINS SAAD para exercer o cargo em comissão de Direção Geral e Assessoramento, Nível DGA-5, de Assessora Técnica II

Secretaria de Gestão

EDSON PALMA RIBEIRO para exercer o cargo em comissão de Direção Geral e Assessoramento, Nível DGA-5, de Assessor Técnico II

GABRIELA SANDES NOVAIS para exercer o cargo em comissão de Direção Geral e Assessoramento, Nível DGA-5, de Assessora Técnica II

JOSÉ AUGUSTO DE ABREU para exercer o cargo em comissão de Direção Geral e Assessoramento, Nível DGA-4, de Superintendente da Imprensa Oficial

Secretaria de Agricultura Familiar

ORLANDO DOS SANTOS LARA para exercer o cargo em comissão de Direção Geral e Assessoramento, Nível DGA-4, de Superintendente de Desenvolvimento Regional do Vale do Rio Cuiabá

Secretaria de Ciência e Tecnologia

FERNANDA FERREIRA FONTOURA para exercer o cargo em comissão de Direção Geral e Assessoramento, Nível DGA-5, de Assessora Técnica II

Secretaria de Desenvolvimento Econômico

ADERSON ATAIDES DA COSTA JÚNIOR NETO para exercer o cargo em comissão de Direção Geral e Assessoramento, Nível DGA-6, de Assessor Técnico III

ARTUR LEANDRO PEREIRA para exercer o cargo em comissão de Direção Geral e Assessoramento, Nível DGA-6, de Coordenador de Mineração

D’LAILA NÚBIA MATIAS BORGES para exercer o cargo em comissão de Direção Geral e Assessoramento, Nível DGA-8, de Assistente Técnica I

JULIANA MARTINS DA ROCHA para exercer o cargo em comissão de Direção Geral e Assessoramento, Nível DGA-6, de Coordenadora de Política Comercial

LEOPOLDO RODRIGUES DE MENDONÇA para exercer o cargo em comissão de Direção Geral e Assessoramento, Nível DGA-4, de Superintendente de Promoção e Divulgação

VANISA RAQUEL SCHEUER GRAFF para exercer o cargo em comissão de Direção Geral e Assessoramento, Nível DGA-6, de Coordenadora do FUNDEIC

Secretaria de Educação

AUXILIADORA REGINA PEREIRA LEITE DURIA para exercer o cargo em comissão de Direção Geral e Assessoramento, Nível DGA-4, de Assessora Técnica I – UAGE

DILMA MERCE DE ALMEIDA NUNES para exercer o cargo em comissão de Direção Geral e Assessoramento, Nível DGA-6, de Coordenadora de Transporte Escolar

Secretaria de Meio Ambiente

DAYANNI ROCHA IDA FEGURI para exercer o cargo em Comissão de Direção Geral e Assessoramento, Nível DGA-6, de Assessora Especial III

FLORIANO DA CUNHA PINHEIRO para exercer o cargo em Comissão de Direção Geral e Assessoramento, Nível DGA-6, de Assessor Especial III

Secretaria de Saúde

LAURA CRISTINA KERKHOFF para exercer o cargo em comissão de Direção Geral e Assessoramento, Nível DGA-6, de Assessora Técnica III

Secretaria de Trabalho e Assistência Social

ELIANE MENACHO para exercer o cargo em comissão de Direção Geral e Assessoramento, Nível DGA-5, de Assessora Técnica II

http://www.cenariomt.com.br/noticia/432939/governo-exonera-quase-400-em-marco-gestao-detran-e-seduc-sao-alvos.html

NOTÍCIAS DE HOJE

AS NOTÍCIAS DE HOJE FORAM UMA

HOMENAGEM AO PRIMEIRO DE ABRIL.

DIA DOS POLÍTICOS BRASILEIROS.

DIA DA JUSTIÇA.

ENFIM, DIA DA MENTIRA.

DIA EM QUE PODERIAM APROVEITAR

PARA FALAR A VERDADE

E NINGUÉM ACREDITARIA.

DIA POSSÍVEL PARA CONFISSÕES.

MAS, CLARO, PARA ELES TODOS

OS DIAS SÃO PRIMEIRO DE ABRIL.

E NÓS? OS TROUXAS.

FIM DO BOLSA FAMÍLIA?

DILMA ANUNCIA:

ANTES DO IMPEACHMENT,

ACABO COM O BOLSA FAMÍLIA.”

Dilma confirma que conhecia os fatos, assim como o ex-presidente Lula, sobre a Petrobrás. Logicamente, dependia dos recursos para financiar as eleições que mantiveram o partido no poder. Apesar disso, declara: “Fui vítima de uma política suja, em que a pessoa deve entrar no esquema ou sai queimado. Preferi participar para continuar como presidenta, como me orientou Lula.” De acordo com ela, Lula conseguiu muitos bens em seus mandatos. Acredita que merece ser destituída do poder e pagar pelos seus crimes, assim como o restante. Os partidos envolvidos deveriam ser desmanchados e os políticos realmente sofrerem sanções determinadas pela lei de improbidade administrativa.

Sobre a situação do país ela revela que a não é boa realmente. “Antes da eleição, houve retoques em dados oficiais para não perder a disputa eleitoral, mas que agora devemos nos preparar para o pior. A inflação está fora de controle, a produção industrial está em queda, o poder de compra caiu, temos uma economia que não crescia e agora está em queda. A corrupção da Petrobrás acabou com milhares de empregos e com a imagem de um país estável. O que mantinha a aparente calmaria era o financiamento ilegal de políticos da situação e oposição para impedir maiores questionamentos. Agora com o escândalo da Petrobrás, uma grande fonte secou e os inimigos devem agir.”

Diante das declarações fica claro que o apoio político que ela tinha para se manter no controle do país acabou. Assim resta pedir apoio para a população. Se essa ajuda não vier, a ameaça de uma Medida Provisória acabando com o Bolsa Família é real, mesmo que inconstitucional. “Serei lembrada e minha saída será lamentada.”

ATUALIZAÇÃO: PUBLICADO DIA PRIMEIRO DE ABRIL, DIA NACIONAL DA POLÍTICA.

OPERAÇÃO TERRA PROMETIDA: “SOMOS CULPADOS”

Investigados da operação deflagrada pela Polícia Federal estão reunidos com o órgão de investigação. A intenção é confessar os crimes, para que as penas não atinjam o máximo permitido por lei. Cientes que serão presos, passam a ser réus confessos, usufruindo dos benefícios da delação premiada.

A expectativa é que novos nomes surjam na lista de investigados. Políticos do primeiro e segundo escalão do Mato Grosso, principalmente na região de Lucas do Rio Verde e Tapurah serão certamente incluídos na lista. Marino Franz adiantou que todos os políticos fazendeiros da região estão envolvidos, ameaçando e assassinando os assentados para conseguir construir os latifúndios hoje existentes.

De acordo com o políticos, depois de tantos anos, será difícil devolver as terras a quem verdadeiramente pertence. O que os envolvidos propõem é indenizar as famílias. O valor pago para os assentados foram irrisórios, além das vidas perdidas. Essa indenização seria benéfica para ambos os lados, avalia Franz, pois usaram as terras e enriqueceram com elas e não seria uma perda substancial a perda causada pelas indenizações. Para o lado dos assentados, seria um dinheiro bem-vindo, embora não apague os erros do passado.

Os envolvidos querem evitar que bens e terras sejam objetos de apreensão e um acordo indenizatório seria um caminho mais rápido para evitar maiores desgastes. Contudo, nesse acordo o Ministério Público teria que abrir mão de penas pesadas em processos criminais. Mas, de acordo com o político, a sociedade brasileira já está acostumada com a falta de políticos em prisões mesmo, então o processo é o mesmo pagar em moeda para não ficar trancafiado.

Sobre as manifestações organizadas em protesto, após a ação da Polícia Federal, Marino informou que muitas pessoas foram pagas para participar e engrossar o movimento. Outras são facilmente induzidas.

Marino aproveitou para esclarecer para a população que todas as denúncias feitas contra a Prefeitura são reais e que o grupo comandado pelo atual prefeito acreditava que o GAECO acabaria com a corrupção em Lucas do Rio Verde, quando lacrou a prefeitura para investigação. Mas devido ao sistema complexo de fraudes e subornos, o grupo sente-se orgulhoso de escapar de todas as denúncias feitas. Sobre a situação atual do município, declara que não tem como opinar, mas não admira a falta de interesse de vereadores, MP, Tribunal de Contas e Polícia em manter as contas do município em constante vigilância. “Na administração municipal, já está tudo acertado.”

ATUALIZAÇÃO: PUBLICADO DIA PRIMEIRO DE ABRIL. NÃO TERÍAMOS TANTA HONESTIDADE NAS PESSOAS DE BEM.

PONTO FACULTATIVO

FACULTATIVO PARA OS SERVIDORES

QUE TRABALHAM NORMALMENTE.

OS DE “CONFIANÇA” JÁ ESTÃO COM

PONTO FACULTATIVO FAZ MUITO TEMPO.

Prefeitura de Lucas do Rio Verde

decreta ponto facultativo

na tarde de hoje (27)

http://www.cenariomt.com.br/noticia/433052/prefeitura-de-lucas-do-rio-verde-decreta-ponto-facultativo-na-tarde-de-hoje-27.html

RIR DO MATO GROSSO 2

O MATO GROSSO É UMA PIADA 2.

QUEM FALANDO DE QUEM?

Estelionato eleitoral

17/03/2015 – 15:08

Fonte: Nilson Leitão

Um propagado jargão político diz: prometeu, tem que cumprir! Contudo, em se falando do mundo político, não é isso que testemunhamos a cada eleição. A falsa promessa se tornou artifício de candidatos mal intencionados em conquistar, tão e somente, o voto do eleitor. Tal conduta é popularmente chamada de “estelionato eleitoral”.

A promessa não cumprida precisa ser extirpada da política. Quem faz promessa de campanha tem que cumprir. Se não cumprir deve responder judicialmente por crime de “estelionato eleitoral”. É isso que prevê meu projeto de lei nº 4523/2012.

O projeto criminaliza as falsas promessas. Isto é, prevê a tipificação o “estelionato eleitoral” no Código Penal. A pena será de reclusão de um a cinco anos e multa aos mentirosos de plantão que gostam de subir ao palanque e prometer todo tipo de benefícios.

Hoje, o Código Penal já pune o estelionato que é a conduta de obter, para si ou para outrem, vantagem ilícita, em prejuízo alheio, induzindo ou mantendo alguém em erro, mediante artifício, ardil, ou qualquer outro meio fraudulento. Neste contexto, vou inserir o “estelionato eleitoral”.

São muitos os candidatos que para saírem vitoriosos da eleição, a qualquer custo, registram no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) propostas às vezes impossíveis de serem executadas. Saímos, recentemente, de uma eleição que deixou isso claro.

A presidente da República Dilma Rousseff foi às urnas e conquistou 54,5 milhões de votos — contra 51 milhões de Aécio Neves (PSDB) — dizendo inverdades e enganando o eleitor brasileiro.

Exemplifico tal afirmativa: em seu primeiro mandato, ela disse que iria consolidar o Sistema Único de Saúde; disse que 75% dos royalties do petróleo e os 50% do excedente em óleo do pré-sal seriam destinados à Educação; disse que ia redefinir o pacto federativo para integrar o âmbito da grande reforma política que o Brasil necessita; etc.

Ao final do seu primeiro mandato, Dilma não tinha cumprido estas promessas e nem 50% do seu plano de governo registrado no TRE. Chegamos em 2014 e ela se candidata novamente, sob fortes promessas ao povo brasileiro – muitas repetidas do plano de governo do primeiro mandato.

Contudo, já nos primeiros dias do segundo mandato aumentou a tributação do combustível —– que gira em torno de 8% — e da energia elétrica em 27%. Isto, após prometer em campanha que não aumentaria os impostos. Dilma mentiu aos eleitores.

Se minha lei estivesse em vigor, a presidente seria punida com um ou até cinco anos de reclusão. Uma medida que não está mais aquém da necessidade e do anseio do povo brasileiro, visto que a população já não tolera mais o político mal caráter e mentiroso.

A população pode até confiar nas promessas, mas hoje já pinta a cara e vai às ruas dizer não às mentiras.

Chega de estelionato eleitoral. Quero aprovar esse projeto de lei e que o candidato estelionatário responda por sua conduta fraudulenta, muito mais grave do que o estelionato comum, pois frustra o direito de votar e ser votado.

Nilson Leitão é deputado federal (PSDB) por Mato Grosso.

http://www.sonoticias.com.br/opiniao-do-leitor/estelionato-eleitoral-1