NÃO PODEMOS ELOGIAR

HAVÍAMOS ELOGIADO O GOVERNADOR,

POR EXONERAR COMISSIONADOS,

CONVOCAR CONCURSADOS E

PROMOVER SERVIDORES DE CARREIRA.

ENTÃO……ESQUEÇAM OS ELOGIOS!!!!!!!!!!

Governador exonera sete e

nomeia mais 23 comissionados

no estado

Publicado Sábado, 11 de Abril de 2015, às 17:50 | OLHAR DIRETO

http://www.cenariomt.com.br/noticia/436784/governador-exonera-sete-e-nomeia-mais-23-comissionados-no-estado.html

REGALIAS PARA QUEM NÃO MERECE

MELHOR DEIXAR

SEM COMENTÁRIOS.

OS NOSSOS LEITORES NÃO

MERECEM LER O QUE

PENSAMOS SOBRE ISSO.

AUXÍLIO PARA CIENTISTAS APOSENTADOS?

MÉDICOS APOSENTADOS?

PROFESSORES APOSENTADOS?

NÃO, O JUDICIÁRIO NÃO POSSUI

FORÇA MORAL PARA JULGAR AS

REGALIAS DO LEGISLATIVO E EXECUTIVO.

E O PAÍS? E O POVO?

PAGANDO A CONTA.

TJ rejeita recurso do Estado

e mantém auxílio a

magistrados aposentados

Por Gazeta Digital em 10 de Abril de 2015 ás 06:36

http://www.leialucas.com.br/noticias/Mato-grosso/7769/

Lucas do Rio Verde estava abandonada?

Em resposta à diversas perguntas que nos foram enviadas, com o mesmo teor:

O ex-delegado não deveria ser homenageado?”

Para os que trabalham no âmbito jurídico, conseguir interpelar o ex-delegado era muito difícil. Os funcionários tinham a instrução de informar aos advogados, quando ligavam ou se dirigiam até a delegacia, que ele não estava ou estava ouvindo um suspeito.

Sobre a forma de atuação, não compactuávamos com a exposição excessiva na imprensa

e falta de trabalho efetivo. Informações inverídicas apresentadas na imprensa também são fatores que diminuíram a confiança em seu trabalho.

Para exemplificar, recuperamos a notícia abaixo, na época sobre o comando do delegado.

As autoridades políticas deveriam rever seus conceitos para as homenagens mas e, sim, lutar por maior efetivo policial, por maior segurança. Ou é interessante somente próximo às eleições?

Publicado em : 15/05/13

Abandono: população de Lucas do Rio Verde está assustada com a violência e terror dos bandidos

 

abandonolucasdorioverde

 

Do: 24 Horas News

 

A onda de roubos assaltos à mão armada – arrombamentos e, principalmente, os assassinatos estão aterrorizando as pessoas que moram em Lucas do Rio Verde (Médio Norte, a 380 quilômetros de Cuiabá) nos últimos meses. A morte do agente penitenciário Idelmam Bezerra Braga, de 27 anos, executado a tiros, trouxe ainda mais  insegurança a uma das regiões mais ricas, mas também mais desprotegidas de Mato Grosso. Aliás, as regiões Médio Norte e Norte de Mato Grosso estão assustadas com de tantas mortes e tantos assaltos.

O corpo do agente foi  encontrado no final da manhã de terça-feira, 14, num milharal próximo ao bairro Parque das Américas. A Polícia confirmou que foi  mais uma execução e trabalha com a hipótese de uma “desova” – pessoa morta em um local e jogada em outro – possivelmente por pistoleiros de aluguéis.

O clima de terror é tão evidente que muitas pessoas ouvidas pela reportagem do Portal de Notícias 24 Horas News por telefone, não escondem o medo até de andar nas ruas, principalmente no período da noite, pois os assaltos são constantes. Aliás, segundo uma entrevistada, até mesmo prefeito de Lucas, o empresário Otaviano Pivetta, não sabe mais o que fazer contra a violência. “Nós sonhamos que o prefeito Otaviano Pivetta, que fez mil e uma promessas de melhorar a cidade, principalmente na área de segurança, fosse dar um jeito no problema, só que ele até agora não fez nada. Estamos abandonados. Não temos um mínimo de segurança, porque não temos Polícia, muito menos policiais suficientes para uma cidade que cresce, mas o prefeito parece não estar nem aíi”, desabafa uma empresária entrevistada em Cuiabá.

“Ora meus Deus, o prefeito quer que a cidade cresça, e ela está crescendo, só que, por aqui a segurança é precária, para não dizer péssima. Com tanta violência, já tem gente até pensando em vender suas propriedades e ir embora antes que os bandidos matam mais gente inocente”, desabafa uma estudante.

“Estamos cercados por bandidos por todos os lados, igualzinho uma ilha. O pior é que fazem propaganda da cidade e vem gente de todos os lados. Assim como vem gente boa, também vem gente ruim. E quem sofre somos nós que pagamos nossos impostos para a Prefeitura e para o Estado e não vemos nenhum retorno, principalmente de segurança. Se continuar assim eu vou juntar minha família e vou embora”, alertou um homem que já foi vítima de assalto na cidade

A reportagem tentou manter contato com o prefeito Otaviano Pivetta, mas ele não retornou às ligações.

http://www.campoverdenews.net.br/mato-grosso/abandono-populacao-de-lucas-do-rio-verde-esta-assustada-com-a-violencia-e-terror-dos-bandidos/

 

O chapéu serviu, e queimou a cabeça.

Quem está mais perto do fogo é o primeiro a se queimar.

Parece que o jornalista tocou na ferida, acreditamos que na opinião:

Os promotores acham que são semi-deuses.

Não bastasse a revolta, o comentário não está isento de erros,

embora critique os de Português da matéria.

ministeriopublico

MPE pode criar código de conduta e

define relação social de promotores

17/02/2011 – 12:08 – Auro Ida

“Para ter uma reputação ilibada não é necessário deixar de viver como ser humano comum. Dentro da licitude, um juiz pode fazer tudo o que qualquer ser humano”. A declaração é do novo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF),  Luiz Fux, adepto do jiu-jitsu, guitarra nas horas vagas e do surfe na juventude. Enquanto um membro da suprema corte prega a humildade, alguns integrantes do Ministério Público Estadual (MPE) se julgam estar acima do mal e do bem.

Esses semi-deuses querem estabelecer um código de conduta social para os seus membros, definindo com quem suas excelências podem ter convivência social. Ou seja: indicar com quem suas excelências podem, por exemplo, sentar num “boteco” para tomar uma cachaça.

Fiquei pasmo ao ler algumas cópias da troca de correspondência, na intranet do MPE, entre os promotores José Antonio Borges e Mauro Zaque avaliando a necessidade de se provocar a corregedoria para se estabelecer um código de conduta social ou, no mí­nimo, recomendações.

A discussão foi provocada pelo promotor Alexandre Guedes que postou um comentário sobre a cobrança que recebeu de um cidadão pelo fato do procurador geral, Marcelo Ferra, ter aparecido, num evento social, ao lado do governador Silval Barbosa e do senador Blairo Maggi.

O próprio Guedes foi cobrado pelo fato da sua esposa trabalhar na Setecs, primeiro com a ex-primeira dama Terezinha Maggi e agora com Roseli Barbosa. Além disso, tanto Guedes como Borges apareceram na internet ao lado do senador republicano, na festa de casamento da filha de Maggi. No popular: é o sujo falando do mal lavado. Em tempo: Alexandre Guedes pratica nepotismo cruzado (parente é empregado em outro poder), o que é condenado pelo próprio Ministério Público.

Em verdade, o que alguns promotores querem é viverem numa redoma de vidro, como se fossem seres superiores, semi-deuses. Cá entre nós: somente os fracos em espí­rito é que são “contaminados” pelos seres maus. Quem tem carátrer, pode conviver num ambiente degradante e, nem por isso, se deixará influenciar e manterá a sua postura.

Caráter não se coloca na mesa de bar, numa festa, mas é construido no dia a dia. Quando alguns membros do MPE fala em código de conduta social, fico temeroso e imaginando mil coisas. Será que semo-deuses não podem se misturar com os pobres mortais? Será que resistem as tentações terrenas? Não quero criar juí­zo de valor, mas que preocupa, preocupa.

Dias atrás, o promotor Domingos Sávio fez, durante café da manhã, no Tutis, “elogios” a minha pessoa. Disse que não adianta me processar e que eu merecia uma surra. “Se o encontrar, vou dar um soco nele”, afirmou perante três testemunhas. Algum dias depois, o encontrei no Shopping Pantanal. Me virou as costas e saiu com cara de mau.
Juro que não sabia se dava risada ou tremia de medo. Como fiquei na dúvida, pensei: é bom que o MPE implante o código de conduta social, porque não quero a convivência com alguns desses semi-deuses. Não vou gostar do Olimpo em que habitam.
Outra lição de humildade do ministro Fux, que merece ser destaca. “Como magistrado, primeiro procuro ver qual é a solução justa. E depois, procuro uma roupagem jurí­dica para essa solução”, escreveu. “O direito vive para o homem, e não o homem para o direito. É preciso dar solução que seja humana.”

É um bálsamo ouvir um ministro do STF defender uma justiça mais humana e não a frieza das leis. E ver que tem membros do MPE que comemora em conseguir ao contrário. Todos nós, indepedente de classe social, temos defeitos e virtudes. Uns mais, outros menos. Mas somos todos iguais perante a justiça, em tese.

http://www.olhardireto.com.br/noticias/exibir.asp?id=159342

Comentários

por fernanda pawelec vieira, em 22/02/2011 às 14:09Em primeiro lugar, cumpre que o autor do artigo seja esclarecido de que, ao contrário do por ele dito como verdade universal em seu artigo, a convivência contamina sim!!! estudar um poquinho de sociologia já vai lhe dar uma luz para compreender isso! por exemplo, os agentes penitenciários passam por um processo chamado de prizionização pela convivência com os internos, e assim por diante. Então, antes de escrever artigo como formador de opinião, é bom estudar um pouquinho! Em segundo lugar, também convém estudar português para evitar erros básicos de concordância. Só depois de um pouquinho mais de estudo dá pra levar a sério qualquer tipo de formador de opinião! Mas já que estamos comentando o absurdo ataque ao Ministério Público, me pergunto: por que a revolta com os promotores? teriam eles contrariado algum interesse particular seu? concluo isso por que a generalização me parece um tanto precipitada. Algo contra os membros do MP não aparecerem bêbados pelas ruas? Algo contra cobrar uma conduta exemplar de quem deve fiscalizar a execução de leis?gostaria muito que o Sr. escrevesse algo sobre estes questinamentos, fico ansiosa por saber as respostas e, como observadora de pessoas, entender o que se passa para a criação de tamanha baboseira!

por Júlio César, em 18/02/2011 às 11:09Realmente, além de mal escrito, o artigo é apelativo, populista, contraditório e juridicamente incorreto, etc etc etc Em nenhum momento a Instituição Ministério Público, na figura do Procurador-Geral, manifestou o desejo de instituir algum código de conduta social. Tanto o CNJ quanto o CNMP discutem a necessidade de criar um código de ética, visando preservar a aparência de imparcialidade do Judiciário e Ministério Público, sem que isso afete eventuais hobbies e convívio social. Nepotismo cruzado implica troca de cargos entre agentes de diferentes órgãos. É uma pena que o sítio olhardireto reserve espaço para um articulista de qualidade jornalística tão sofrível. Sinceramente espero que as pessoas mencionadas ingressem na justiça cível e criminal contra o sítio e o jornalista em razão do texto infamante.

por Observador, em 17/02/2011 às 20:15Meu Deus. Como conseguem escrever tanta bobagem em tão poucas linhas, Auro Ida inclusive. É triste. Primeiro, que nunca – repito – nunca se pode generalizar. Em todos os segmentos, profissões, classes, etc, existem pessoas que pensam de um jeito, outras de outro, uns bons, outros nem tanto. Pinçar um debate – ainda que talvez acirrado – entre duas pessoas e dizer que toda a instituição a que pertencem – composta de mais de 200 promotores – pensa da mesma forma de um e de outro é, no mínimo, expor absoluta ignorância do comportamento das pessoas. Seria o mesmo que eu, baseado nas bobagens desse tal de AURO IDA (quem é ele ?) dizer que todos os “articulistas” e jornalistas são, também, ignorantes e estúpidos. AURO IDA , fique sabendo que o “nepotismo cruzado” ocorre quando um órgão contrata o parente de autoridade de outro órgão e esse outro órgão, em troca, contrata parente do primeiro, ou seja, deve haver uma, digamos, troca de parentes contratados. Isso qualquer um que tenha o mínimo de curiosidade sobre o assunto sabe. Enfim: quanta bobagem !

por sergio dantas, em 17/02/2011 às 16:34Auro Ida mais uma vez vai na veia. Como um promotor pode atuar com independência se tem a esposa trabalhando como assessora de quem ele deve fiscalizar? Nada contra esposas de promotores atuarem profissionalmente, mas em cargo de confiança e em órgão jurisdicionado ao marido? Isso é uma vergonha completa. Acho que a moça deve pedir exoneração do cargo ainda hoje. Se não fizer, cabe ao gov fazê-lo de pronto.

por POVO 2, em 17/02/2011 às 16:21Paulo Mattos: eerr, a coluna é justamente sobre o oposto, sobre a discussão no MP em não se misturar com a nata podre. Com o povo em geral, sem problemas.

por pantaneiro, em 17/02/2011 às 15:53Matéria até certo ponto condizente com a realidade brasileira de mendigancia, babaquice e falta de rumo politico. Quando isto acontece, o país vive ^`a mercê desse tipo de gente, em qualquer instamento social. Trata-se de origem, em outras palavras, “bêrço”. Felizmente no MP de nosso Estado são poucos. Convivo harmoniosamente com ´varios membros do Parquet Estadual. Não vejo nenhuma conduta desabonadora com outros segmentos sociais. Ah, este que prometeu dar-lhe uma surra, não merece crédito! Trata-se de uma alma peneda, igualzinho ao magistrado dito justiceiro, moralista, que quer ser prefeito de nossa eterna Capital. O tempo cura tudo. Ele se encarrega de colocar tudo nos trilhos. Dê uma olhada no Oriente Médio, na Ásia, Africa… os pseudo-deuses estão caindo como dominós.

por Paulo Mattos, em 17/02/2011 às 15:38Concordo com o jornalista Auro Ida. Os ocupantes do poder, em qualquer esfera, e o Ministério Público não é dissonante, sentem-se demasiadamente poderoisos e intocáveis para conviverem com as camadas mais baixa da população. O Código de Conduta dessa gente é estar sempre acompanhado pela nata da sociedade, ainda que alguns de seus integrantes não mereçam o respeito e a admiração do ser humano normal e cioso de seus deveres e obrigações. Eles podem confraternizarem-se mutuamente, desde que com pessoas relevantes, ou assim consideradas, mas não se dão ao trabalho de sentir de perto os anseios e as necessidades da população, até porque o populacho é ignorante, mal educado e não sabe conviver com essas pessoas de alto grau de instrução e comprovada respeitabilidade. Acreditam que os palácios e suntuosos gabinetes refrigerados não condizem com a plebe ignara. A plebe ignara não usa ternos caríssimos, não se locomove em veículos importados, não se alimenta em restaurantes chiquíssimos, não frequenta as colunas sociais, enfim, não podem se relacionar com os senhores letrados e que se encontram no mais alto patamar da pirâmide social. Esses homens ilustres tem necessidade de se imporem um Código de Conduta que, na essência, visa separá-los da esmagadora maioria da sociedade, porque esta não possui os atributos necessários para sequer ser amigo de um Promotor de Justiça. E esses mesmos senhores não podem misturar-se com o cidadão comum, talvez pelo fato deste transmitir algum tipo de doença infecciosa, como por exemplo, o clamor por Justiça, liberdade e igualdade entre os homens.

por attilio ourives, em 17/02/2011 às 14:36Coutinho: Pelo que entendi, é opinião de dois promotores e não da classe. É matéria do Conselho superior do Ministerio Público que dificilmente irá aprovar. O que ocorre é que o Promotor tem que estar junto e ao lado do povo, por dever constitucional….

por ELIAS BERNARDO, em 17/02/2011 às 14:08Artigo simplesmente Maravilhoso !!! Realmente, e infelizmente, ainda existem uns promotorezinhos públicos que não se acham semi deus, se acham como verdadeiro DEUS! para mim, promotores públicos desse tipo são uns babacas!

Estamos sendo ouvidos?

Será que as nossas perguntas

serão respondidas?

O Poder Judiciário por meio da Corregedoria-Geral da Justiça realiza, hoje, às 14h, no plenário do Fórum de Cuiabá, audiência pública com os candidatos ao governo do Estado. O tema é o Sistema Penitenciário. Cada candidato terá 30 minutos para responder cinco perguntas relativas ao tema, em seguida a plateia terá 20 minutos para fazer perguntas. O desembargador da Primeira Câmara Criminal do Tribunal de Justiça, Rui Ramos Ribeiro, conduzirá a audiência. Juízes, promotores, advogados e estudantes do oitavo ao décimo período do Curso de Direito das faculdades das comarcas de Cuiabá e Várzea Grande foram convidados. Um dos objetivos é trazer ao conhecimento e debate da sociedade o Sistema Penitenciário do Estado. Recentemente Mato Grosso passou pelo Mutirão Carcerário do CNJ. Políticas públicas devem ser adotadas para a ressocialização e consequente diminuição da criminalidade.

http://www.sonoticias.com/noticia/politica/candidatos-ao-governo-serao-questionados-sobre-sistema-penitenciario

 

ALGUM CANDIDATO TEM PROPOSTA PARA O SETOR?

Sem estrutura para regime semi-aberto, reincidência criminal assusta

Enviado em 12/07/2014 às 11:34 h – Atualizado em 12/07/2014 às 11:34 h

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Quase que a totalidade das ocorrências registradas em Lucas do Rio Verde tem a participação de reincidentes, ou seja, maiores ou menores que já praticaram crimes anteriormente. Isso acontece porque mesmo que condenados, o Código Penal prevê que o detento tem o direito de deixar o regime fechado, através da progressão de pena. É aí que recomeça o problema.

Como o Centro de Detenção Provisória que deveria servir somente para abrigar acusados de crimes e não para cumprimento de pena, o que infelizmente acontece, não possui estrutura para aplicação de penas em regime de semi-aberto, o recuperando é devolvido às ruas. O regime de semi-aberto prevê que o detento, depois de cumprir parte da pena em regime fechado, tenha o direito de trabalhar durante o dia e dormir na cadeia. A lei exige cercas ou muros altos, portão de ferro, controle de saída para estudar ou trabalhar.

Onde há colônia industrial ou agrícola penal, os detentos que não têm emprego podem trabalhar dentro dos próprios presídios. No regime semi aberto os detentos tem que cumprir regras como por exemplo, não ficar distante do local de trabalho, não consumir bebida alcoólica, não podem se envolver em conflito na rua ou com colegas de trabalho, o preso que perder o emprego, automaticamente, perde o direito de sair.

Infelizmente sem o local adequado para o cumprimento desse regime, e também pelo fato de que a sociedade trata de maneira distinta aquele que já foi condenado, rotulando-o de criminoso, e em muitos casos não lhe dando oportunidades para viver de acordo com o que a coletividade aceita, oferecendo-lhe novas oportunidades de trabalho, cursos, faz com que muitos voltem a cometer delitos. Há muitos também que não desejam trabalhar, por acreditar que a viver as margens da lei só lhe traz benefícios, e o que o pouco tempo que lhe é retirado a liberdade não lhe traz nenhum prejuízo.

Muitos desses detentos são dependentes químicos, e como dentro dos presídios ou Centro de Detenção Provisória não existe tratamentos, tão logo são postos em liberdade voltam a cometer crimes para sustentar o vicio.

O regime semi aberto seria a porta de entrada para a aceitação de indivíduo que não cumpriu as leis voltasse a ser aceito pela sociedade, pelo menos teoricamente, pois sem o acompanhamento do Estado, a reincidência no crime é uma constante.

A solução seria a implantação efetiva do regime semi-aberto, já que o sistema submete o detento à disciplina e assim a ressocialização seria um processo facilitado. Além do regime semi aberto, as penas que são estipuladas para os detentos terminam, sendo assim, postos em liberdade novamente.

Mas enquanto isso não acontece tanto a Polícia Civil quanto a Militar continuam prendendo e apreendendo figuras já conhecidas, que apresentam sempre o mesmo discurso, de que ninguém oferece oportunidades de inserção social.

http://www.barra1.com.br/index.php?pg=noticia&id=27116

Falsidade política no MT

Política virou a ciência dos interesses particulares.

Ser a favor agora não quer dizer nada.

Se contra também não quer dizer nada.

Falsas rivalidades, falsas parcerias.

No fim, MT é uma lama só.

De acordo com o interesse particular,

se critica ou elogia.

Fatos? Ignorados.

Artigo: José Riva

O dinamismo de Lucas do Rio Verde

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É com grande satisfação que neste dia festivo destaco o crescimento de Lucas do Rio Verde. Município que tem apenas 24 anos de emancipação política, mas conta com uma produção invejável para o país. As conquistas foram fruto do trabalho dos seus 50 mil habitantes, que não medem esforços para alavancar o seu desenvolvimento.

E a Assembleia Legislativa tem orgulho de fazer parte dessa história, com a aprovação de leis que fomentam o crescimento econômico e social. O resultado? Lucas do Rio Verde é a 8ª melhor cidade brasileira para se viver conforme a Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan), baseado no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). Também ocupa o quinto lugar na economia de Mato Grosso graças aos investimentos realizados nos setores que movem a sua economia: o da agropecuária e da indústria.

É por isso que trabalhamos pela melhoria em todos os setores. Queremos um Mato Grosso uno, sem as desigualdades regionais, para que todos os cidadãos tenham qualidade de vida. Lutamos pela ampliação de incentivos que permitam a capacitação de mão de obra, trazendo novos empreendimentos para o nosso Estado.

O trabalho em parceria nessa pujante cidade dá bons frutos. Então, vamos seguir o exemplo em outras localidades. Um das conquistas foi à consolidação de melhorias por meio de Parceria Pública Privada (PPP). Foi dessa forma que Lucas do Rio Verde conseguiu pavimentar importantes estradas, entre elas a MT-449, a Linha 1, que dá acesso à comunidade Campinho Verde, a MT-338 e a estrada da Morocó.

Nossos esforços também permitiram a construção da Fundação Rio Verde, importante centro de pesquisas de experimentos tecnológicos, uma economia que movimenta milhões em Mato Grosso. Agora, buscamos junto ao Congresso Nacional, a implantação de um campus da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) na região.

Todas essas ações, aliadas com o fomento do turismo, dará ainda mais qualidade de vida aos cidadãos, que poderão ter emprego e renda, por exemplo, no turismo ecológico e agrícola, já que Lucas tem a segunda maior feira de agronegócio, e prova por que é uma cidade dinâmica e referência em desenvolvimento.

Parabéns, Lucas do Rio Verde!

Autor: José Riva

Data: 06/08/2012

http://www.navegadormt.com/noticia.php?codigo=23588&categoria=Artigo

E se marchássemos contra o silêncio do Judiciário?

E se marchássemos contra o silêncio do Judiciário?

Repercussão geral | Publicação em 21.06.13

Por Luiz Mário Seganfreddo Padão (OAB/RS 33.602), advogado

E se marchássemos contra o silêncio do Judiciário? Contra os inúmeros processos entulhados nos escanhinhos e escrivanias dos serventuários de Justiça? Contra a absoluta desestrutura que corrompe os sonhos de última esperança em um Estado democrático? Contra a passividade em que juízes, promotores e nós, advogados, num contexto judiciário inerte e absolutamente falido, assistimos atônitos, no passar dos dias, os percalços processuais de um sistema engessado e não funcional ? Sistema que tirou não só a crença de sua população, mas dos próprios operadores do Direito ?

A quem interessa a falência do Poder Judiciário? A quem interessa a aprovação da PEC nº 37?

Há um grito geral da população contra tudo e contra todos, por anos de inércia e usurpação da inteligência alheia, em conluios políticos e de empresários, na ganância e no afã de projetarem lucros cada vez maiores, sem uma contrapartida digna a nós, “simples mortais”.

Quem marcha? E por que marcham?

Os estudantes, mais uma vez, levantam a bandeira do País para que possam ter a possibilidade de concretizar seus sonhos no desejo imaginário de um futuro melhor, sem medo, sem partido, sem compromisso, com a coragem que nos faz refletir minimamente do porquê somos tão omissos com tudo de errado que nos cerca.

Dos políticos que são execrados e muitos execráveis e que voltam à mídia, com a mesma normalidade e aparência de dignidade, de homens de bem que retratam a “injustiça” ao qual foram submetidos. Da falta de imparcialidade existente em muitos meios de comunicação. A quem interessa tudo isso?

Quem acredita na possibilidade de um juiz analisar uma carga de trinta mil processos a que é submetido? Como exemplo nas varas da Fazenda Pública de Porto Alegre/RS, como se pode admitir tal descalabro? Por que não reagimos!

Em tudo o que ocorre, no verbete popular, quem marcha é a população e está na hora de se sentir o peso que encerra esta longa caminhada, uma jornada de indignação, que deve buscar a ampla reflexão para o bem de todos – e quem sabe, os operadores do Direito, conjuntamente, juízes, advogados, promotores e servidores em geral, possam iniciar essa jornada visando resgatar o Poder Judiciário e recolocá-lo como uma verdadeira Pilastra de um Estado democrático de direito.

http://www.espacovital.com.br/publicacao-29726-e-se-marchassemos-contra-silencio-do-judiciario