QUESTÃO DE HONRA

FILME QUESTÃO DE HONRA

Seguir a corrente e não nadar contra ela. É o mais cômodo, o mais fácil. Como diz a letra de uma famosa música: “Assim caminha a humanidade, com passos de formiga e sem vontade”. Também para o Judiciário a máxima é verdadeira. O primeiro suspeito, bastando ser pobre ou negro, é o culpado. Caso contrário, se for rico, todo cuidado é pouco, e normalmente é declarado inocente para evitar encrenca.

No filme, há uma condenação prévia pela morte de um soldado, escondendo os verdadeiros culpados. A revelação abalaria o exército, o que deveria ser evitado.

Em uma atuação advocatícia, surreal ou até irreal, o advogado consegue, mesmo com todas as ameaças recebidas, uma testemunha que inocenta o réu e aponta os verdadeiros culpados.

Na vida real, delegados e promotores utilizam benefícios para réus em outros crimes, ou pessoas comuns, para condenar inocentes e resolver casos de difícil solução. Assim, não importa como, mas os índices de solução são melhorados, através de artimanhas desleais. Laranjas são usados para desviar a atenção, condenando os mais frágeis como se fossem responsáveis por tudo, livrando os poderosos de cumprir penas.
Irreal? Ficção? Vamos tomar o exemplo do caso Cooperlucas. Os crimes cometidos foram os mesmos, todos estavam envolvidos.
De forma estranha, ou não, dois milionários, que atualmente são prefeitos de Lucas do Rio Verde e Nova Mutuam foram inocentados pela prescrição dos crimes. Para os outros, não houve prescrição. E os crimes foram os mesmos, cometidos nas mesmas datas. Algum fundamento legal? E isso que o caso foi julgado na Justiça Federal, que condenou sete pessoas. Joci Piccini foi condenado e mais tarde livrou-se também.

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