GASTOS ESCONDIDOS

ESSA NOTÍCIA É SÉRIA?

AMANTE DESCONFIANDO QUE

ESTÁ SENDO TRAÍDA PELA ESPOSA?

Otaviano Pivetta alerta para

gastos suspeitos e dispara:

‘espero que não tenha

nada escondido’

Publicado Segunda-Feira, 17 de Novembro de 2014, às 16:19 | CenárioMT com olhar direto

pivettagoverno

A situação econômica do Estado é a principal pauta na mesa da equipe de transição do governador eleito Pedro Taques (PDT). Pelos dados recebidos até o momento, estima-se que o pedetista receba o governo com uma dívida que ultrapasse a casa dos R$ 2 bilhões. E o buraco pode ser ainda mais fundo. O núcleo duro do novo governador não sabe ao certo como vai herdar o Estado. O prefeito de Lucas do Rio Verde, Otaviano Pivetta (PDT), coordenador da transição, está preocupado com possíveis gastos ocultos aos olhos de sua equipe e promete auditorias e o recadastramento de servidores.

“Espero que não tenha nada escondido. Muita coisa nós não conseguimos enxergar ainda. Temos uma boa relação com o governo, estão nos atendendo, mas a velocidade com que as informações chegam não nos permite tirar conclusões e ter segurança sobre tudo”, lamentou o prefeito.
Na última sexta-feira (14), Pedro Taques reuniu quase todos os deputados federais e estaduais eleitos por sua coligação para mostrar a realidade que estão recebendo o governo. Nos discursos, a necessidade enxugar a máquina, auditar contratos e cortar gastos. Pivetta sinalizou para ações rigorosas logo no início da gestão.
“Pedro vai fazer as mudanças que a população mandou ele fazer. São atitudes de austeridade, para acabar com essa história de tratar o Estado como um lugarzinho para se encontrar solução para problemas pessoais. O governo tem que ser planejado, será necessário suspender algumas coisas que são duvidosas, revisar contratos, auditar para não pagar indevidamente. Isso vai ser feito”, chancelou.
O prefeito licenciado de Lucas detalhou que a previsão é que o Executivo gaste R$ 7,5 bilhões com folha salarial e avisou que será preciso fazer um recadastramento dos servidores que hoje atuam no governo.  “Precisa sim fazer um recadastramento para saber quem são os servidores e quem não é servidor. Cada secretário terá essa missão de trazer seus liderados para que possamos conhecer. O limite com pessoal já estourou muito”, disse Pivetta.
O coordenador da transição prometeu que, embora as previsões econômicas sejam extremamente negativas, Taques não vai aumentar impostos. “Se o próprio governo encaminha para a Assembleia Legislativa um orçamento com um déficit de R$ 1 bilhão, imagine você a quantidade de detalhes que não tem no meio disso. Mas uma coisa é certa, não vai ter aumento de imposto”, enfatizou.

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