Se depender da justiça as crianças estão perdidas

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O bom senso tende a ser a melhor ferramenta para resolução de conflitos. O Poder Judiciário deixou essa ferramenta fora dos atuais procedimentos legais. A opressão para os desafortunados, a omissão para os abastados, e a falta de interesse no geral, trazem claras injustiças para a população brasileira.

Aliado a tudo isso, em Lucas do Rio Verde, temos uma Promotoria da Infância e Juventude atuando fora das suas competências, com um poder de SEMI-DEUS e de julgamento prévio, que tenta criar provas falsas para condenar, sem ao menos se importar com a verdade.

Atuação eficiente, na concepção dessa divisão da Promotoria, é agir com rigor ao menor sinal de desvio. Não importa o que realmente aconteceu e a gravidade. Interessa é o rigor da lei, sem se importar com as consequências geradas principalmente para as crianças envolvidas.

Em mais um caso da atuação desastrosa, a Promotoria determinou que uma mãe (que não iremos identificar, já que a Promotora de Lucas do Rio Verde persegue pessoalmente com as ferramentas que são colocadas à sua mão) pudesse ter contato com a filha. Depois de alguns depoimentos forjados, mais um laudo tendencioso da conhecida assistente social (que sempre está junto com a Promotora), e desrespeito aos direitos assegurados pela Constituição Brasileira, a mãe só pode ver a filha a cada 15 dias, com acompanhamento de psicóloga.

A decisão, embora seja dura, foi determinada pelo magistrado do caso, já que pela vontade da Promotora, essa mãe nunca mais teria direito a ver a filha novamente.

Porém, nesse caso, ao contrário da quase totalidade que acompanhamos, o bom senso acabou por facilitar as coisas. Mesmo contra a determinação judicial, o pai, que ficou com a guarda da menor, achou a decisão muito mais severa do que a situação pedia. Permite que a mãe veja a criança, em todos os finais de semana, sem acompanhamento, para que a criança pudesse continuar tendo um desenvolvimento digno.

E ninguém morreu ou sofreu por causa disso. Por isso, e por todos os outros casos que estamos acompanhando, pelas perseguições e desrespeito minímo aos Direitos Fundamentais, acreditamos que temos pessoas erradas trabalhando na e para a Promotoria da Infância e Juventudade de Lucas do Rio Verde. Incluímos, nessa conta, Promotora, Assistente Ministerial e Assistente Social (quando demandada).

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