MÁFIA DAS ADOÇÕES

DENÚNCIA GRAVE.

MÁFIA DAS ADOÇÕES

REALMENTE EXISTE?

COMO FUNCIONA?

 ministeriopublico

Com a participação da Promotoria da Infância e Juventude, as adoções em Lucas do Rio Verde são marcadas por irregularidades. São duas situações principais que nos levam a pensar que a Promotora e outros envolvidos ganham propina para favorecer a retirada de crianças de famílias pobres para conceder para outras, mais abonadas.

Na primeira situação, as famílias pobres procuram doar as crianças. A partir do momento que a situação é passada para a Promotoria não tem mais volta. Faz-se um estudo social, que obriga a retirada das crianças, mesmo que os pais mudem de ideia. Nenhum parente próximo é consultado sobre interesse em manter o menor.

A mãe recebe grandes doses de incentivo à doação, com tortura psicológica pela assistente social E.S.. Após, os possíveis receptadores (“escolhidos” pela Promotoria), fazem visitas prometendo todo o tipo de ajuda, para a criança e para a família toda. Claramente, podemos imaginar que as promessas não são cumpridas depois, mas fazem parte do processo de convencimento para entregar a criança. 

A maior irregularidade, contudo, é no destino de cada criança. Em vez de se respeitar a fila existente, há direcionamento, favorecimento – provavelmente quem paga propina. A readequação de menores é ótima, tirando de quem não quer ou realmente não pode cuidar, entregando para condições mais favoráveis. Mas deve funcionar como no transplante de órgãos. Ninguém pode ganhar financeiramente com isso e deve-se respeitar a fila, sem favorecimentos.

Na segunda situação, mais grave ainda, quando ocorre um problema policial ou jurídico com a família. O caso, quando envolve dependência de menores, chega à Promotoria e, de novo, está feito o problema. A assistente social E.S. é chamada para fazer laudos falsos, relatando que a família não possui condição nenhuma de manter a guarda das crianças. O estudo nem é feito com toda a família e, às vezes, com nenhum parente ou nenhuma fonte confiável. O laudo é preparado de acordo com a necessidade, retirar as crianças e colocar para doação.

Há participação efetiva da Assistente Ministerial P. C., no contato com as famílias, assistente social e agendamento das “negociações”. O CREAS e o Conselho Tutelar são colocados em segundo plano, ficando com a simples tarefa de buscar as crianças e entregar. São retirados do processo de escolha do ambiente que receberá as crianças. 

As palestras feitas neste mês pelas duas foi um meio encontrado para dar mais credibilidade à atuação das duas profissionais, que deveriam trabalhar de forma imparcial. No entanto, faremos maiores investigações, mas não entendemos o motivo da omissão da POLÍCIA, DA CORREGEDORIA DO MINISTÉRIO PÚBLICO E DA PREFEITURA. 

Várias pessoas nos relataram que existem casos de recuperação da guarda na Defensoria Pública de Lucas do Rio Verde, devido à prática ilegal da Promotoria da Infância e Juventude. 

O que foi publicado aqui é fruto da denúncias de vários amigos, com denúncias semelhantes e verificados com famílias envolvidas, profissionais do Direito, servidores do Município de Lucas do Rio Verde e servidores do Estado do Mato Grosso.  Agradecemos a contribuição de todos.

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