GRANDES NA CADEIA. SUBORNO.

SUBORNO?

ESSAS SÃO AS PESSOAS DE BEM?

Terra Prometida: Fazendeiros

planejaram ‘arrecadar’ R$ 10 mi

para impedir investigação

Publicado Sábado, 29 de Novembro de 2014, às 18:36 | CenárioMT com Olhar Direto

Com o  lucro exorbitante com a exploração de áreas destinadas a reforma agrária em Mato Grosso, a investigação realizada pela Polícia Federal aponta uma tentativa de corromper autoridades policiais para que a investigação do ‘comércio’ de lotes do Projeto de Assentamento Itanhangá  fosse ‘esquecido’.  A estimativa da PF é de que os barões do agronegócio e políticos tenham lucrado em R$ 1 bilhão com a exploração de verdadeiros latifúndios em uma área gigantesca destinada pela União para a reforma agrária, conforme as investigações produzidas durante a operação ‘Terra Prometida’, que levou a prisão de 33 pessoas, entre políticos e produtores rurais na última quinta-feira, 27.
Há informação de que os fazendeiros que se beneficiavam  do esquema  estariam tentando ‘arrecadar’ a quantia de R$ 10 milhões para ofertar ao delegado responsável pelas investigações, Hércules Ferreira Sodré da Delegacia de Defesa Institucional da Polícia Federal.
“Prevendo uma situação que os levaria a prejuízos, os proprietários de lotes do assentamento estariam se ‘cotizando’ para arrecadar a quantia de R$ 10 mi para oferecer ao delegado responsável”, diz o informe policial assinado pelo investigador A.O.M., que permaneceu em diligências na região em abril desse ano.  A declaração partiu de um de um informante da  investigação, que inclusive  foi vítima de tentativa de assassinato, possivelmente, encomendado pelo ‘braço armado’ da organização.

No relatório de sete páginas divulgado mediante autorização do juiz federal da comarca de Diamantino, Fábio Henrique Rodrigues de Moraes Fiorenza, consta ainda a informação de que o Projeto de Assentamento não possuía as características básicas de um assentamento, como a divisão de lotes e a diferenciação de culturas práticas.

De um total de 1.149 lotes destinados a reforma agrária no segundo maior assentamento da América Latina, apenas 10% dos lotes estariam em poder, de fato, de clientes da reforma agrária. “Algumas raras casa de assentados ainda permanecem nos lotes, mas grande parte foi destruída, muitas vezes para evitar que o parceleiro que ‘vendeu’ seu lote retorne.

O documento aponta ainda uma grande tensão no campo, com a presença maciça de pessoas armadas pela região. “Assassinatos são cometidos. Ameaças estão sendo feitas. Pessoas sendo intimidadas. A Polícia Militar, única no local, conta com efetivo baixo e mesmo seus servidores já se viram em situação de confronto com parte da população que deseja o continuísmo e desacatando os servidores tentando até, a invasão do posto policial”.

A procuradora da República Ludmila Bortoleto Monteiro, que também atua na investigação,  afirmou em coletiva à imprensa  que a quadrilha possui uma atuação intensa e sempre armada. “Estamos tentando identificar de quem seriam os capangas, vamos dizer assim: eles ameaçaram todos os clientes da reforma agrária que estavam no ali. Muitos dos lotes eram vendidos por quantias irrisórias. Muitos iam embora por conta de ser uma quadrilha, porque eram coagidos”, declarou.

Para poder lucrar com a aquisição dos lotes, os fazendeiros investigados são acusados de coagirem os pequenos agricultores que desistiram da área e a comercializavam por valores irrisórios ou simplesmente abandonavam a área  temendo as represálias da organização.

As  fraudes com a invasão de terras, crimes contra meio-ambiente, corrupção ativa e passiva, chega a cifra de R$ 1 bilhão e teria tido início desde a implantação do assentamento, no ano de 1997.

http://www.cenariomt.com.br/noticia/408344/terra-prometida-fazendeiros-planejaram-arrecadar-rs-10-mi-para-impedir-investigacao.html

 

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VAMOS INOCENTAR OS DA PETROBRÁS TAMBÉM.

ISSO, VAMOS INOCENTAR TAMBÉM

OS ACUSADOS DA PETROBRÁS.

VAMOS FALAR SÉRIO. ESSA GENTE ROUBOU,

MATOU E AMEAÇOU MUITOS POBRES NA REGIÃO.

SE FOSSE O CONTRÁRIO, TERÍAMOS ALGUÉM DEFENDENDO?

TERÍAMOS ALGUÉM DEFENDENDO? TEMOS VÁRIOS

INOCENTES SENDO ACUSADOS NESSE MOMENTO, EM

OUTROS CRIMES, E NINGUÉM FAZ MANIFESTAÇÃO.

CULPADOS, POR MUITOS CRIMES, SÃO INOCENTES

POIS TEM DINHEIRO. 

FIAGRIL, DASSOLER E MAIS UM MONTE DE 

EMPRESÁRIOS DA REGIÃO SE APROVEITARAM

DOS CRIMES SIM.

RELIGIOSOS? DESDE QUANDO SE METEM

EM ASSUNTOS DA POLÍCIA FEDERAL?

SERÁ QUE SÃO DA LA SALLE,

A FALSA REDE FILANTRÓPICA? 

População de Lucas do Rio Verde

se organiza para fazer protesto

contra prisões realizadas pela PF

Publicado Domingo, 30 de Novembro de 2014, às 16:52 | CenárioMT

manifestações
Um grupo formado por comerciantes, religiosos, intelectuais da sociedade civil e dirigentes de Partidos, organizam para esta segunda-feira (01/12), um manifesto de repúdio referente as prisões realizadas na Operação “Terra Prometida”, deflagrada pela Polícia Federal no município.
O movimento relata que as pessoas envolvidas nessa operação, são pessoas de bem, pessoas conhecidas pelos luverdenses, que trabalharam e ajudaram a construir essa linda cidade. Hoje, moradores antigos e amigos das pessoas envolvidas, não estão medindo esforços e buscam nas orações encontrar o alívio, pois a maioria da mídia só mostra o lado da operação, e não busca informações a respeito do real fato ocorrido.
Conhecemos essas pessoas, seus familiares e sabemos que não são bandidos. Vamos nos mobilizar para difundir a verdade e mostrar para o Brasil inteiro que só temos motivos de nos orgulhar de nossa região” disse um perfil no facebook denominado Lucas Solidario.
Nas redes sociais o manifesto já vem acontecendo, nos últimos dias vários grupos do WhatsApp divulgam notas e pedidos para todos se mobilizarem.
Um dos posts que mais está sendo compartilhado é sobre a organização de uma manifestação. “Convidamos a todos para uma Manifestação de repúdio à “Operação Terra Prometida”. Será na Câmara Municipal de Lucas do Rio Verde, amanhã, 01/12, às 14hs. Durante a manifestação estaremos coletando assinatura em documento intitulado
“Moção de Repúdio”. Contamos com você!!
Tanto Lucas do Rio Verde, Itanhangá, Ipiranga do Norte, são cidades que se formaram a partir de terras do Incra, se na época que iniciou Lucas do Rio Verde uma operação desse porte ocorresse, a cidade não existiria, pois graças a esses posseiros que resistiram a falta de estrutura é que hoje temos essas belas cidades na região, é o que está acontecendo em Itanhangá, onde lotes do Incra que segundo a PF estão sendo explorados, mas o que podemos observar, é que a grande maioria são pessoas que investiram tudo o que tinham acreditando no município, o qual se tornou uma cidade produtora, geradora de empregos e renda.

OS FALSOS SANTOS

OS HISTÓRICOS DOS ENVOLVIDOS

SÃO DE DAR INVEJA A GRANDES

TRAFICANTES.

IREMOS PUBLICAR O HISTÓRICO

DE CRIMES DE CADA UM DOS

ENVOLVIDOS NESSA INVESTIGAÇÃO.

Natal Aparecido Deliberalli

MP denúncia quadrilha que fraudava o fisco

18/09/2003 16:45

Da Reportagem

O Ministério Público Estadual ofereceu, este mês, mais uma denúncia contra a quadrilha que vinha se utilizando de liminares, obtidas em plantões judiciais, para fraudar o fisco estadual. Desta vez, a empresa citada foi a Cerealista Paranaíba Ltda. Estima-se, com base em cálculos atualizados, que os prejuízos causados pela empresa ao Estado alcance R$ 8 milhões.

Ao todo foram denunciadas 10 pessoas, entre empresários, advogado e contador. Dez delas, já haviam sido acionadas pelo Ministério Público em uma outra denúncia, oferecida no início de abril.

Os empresários Marcos Ely Mendes da Silva , Carlos Alberto Hortenci e José Swami Rodrigues, e o advogado Dionildo Gomes Campos também são acusados de usar uma outra empresa de “fachada”, a Cerealista Multi Safra Ltda, para suporte contábil e fiscal para realização de operações fraudulentas.

O montante das vendas realizadas pelo Multi Safra Ltda sem o recolhimento do imposto, por conta de liminar obtida em plantão judicial,

ainda não foi apurado. O Ministério Público já solicitou providências da Sefaz nesse sentido. Conforme a denúncia, José Swami Rodrigues é proprietário do escritório

Fisconsult, que tem como atividade principal à prestação de consultoria a contribuintes, visando a “recuperação de crédito fiscal”. Ele está

envolvido em diversas outras fraudes fiscais realizadas no Estado de Mato Grosso.

De acordo com a Promotora de Justiça, Ana Cristina Bardusco, que atua na defesa da Ordem Tributária em Cuiabá, as fraudes executadas pela quadrilha só atingiram seus objetivos por força das liminares concedidas durante plantões judiciais. O Ministério Público está comunicando o resultado dos trabalhos de apuração para o Tribunal de Justiça, OAB e Conselho Regional de Contabilidade (CRC).

As liminares, segundo ela, foram pleiteadas com base em documentações falsas. A quadrilha teria utilizado documentos da empresa de fachada para simulação de aquisição de créditos inidôneos de ICMS e, em seguida, buscou autorização judicial para propiciar as saídas interestaduais de mercadoria, sem proceder ao recolhimento do ICMS incidente nessas operações. “De posse da ordem judicial, a quadrilha inibe a ação legal do corpo de fiscalização estadual instalado nos postos fiscais de divisa de nosso Estado que acabou sendo obrigado a assistir inerte ao escoamento de mercadoria tributável, sem que os recolhimentos tributários pertinentes fossem demonstrados”, reclamou.

Segundo a Promotora de Justiça, a Multi Safra chegou a impetrar mandado de segurança no Tribunal de Justiça indicando como autoridade coatora a autoridade fiscal e policial judiciária que, segundo sua alegação, estariam embaraçando a atividade comercial da empresa.

“A liminar requerida foi indeferida pelo TJ, mas concomitantemente a tais providências, a quadrilha impetrou idêntico mandado de segurança durante o plantão judiciário da comarca de Várzea Grande e acabou obtendo decisão favorável”, ressaltou.

As pessoas denunciadas pelo Ministério Público são: Marcos Ely Mendes da Silva, Carlos Alberto Hortenci de Barros, Nerowillian Dias de Souza, Dionildo Gomes Campos, Jaime Osvair Coati, Rubem Pavão Cavalheiro, Cícero Romão Batista Gomes, Edney Gormaz Barbosa, Natal Aparecido Deliberalli, José Swami Rodrigues, Luiz Carlos Ferreira, Carlos Boss Filho.

Nas duas denúncias, o MP requer que os acusados respondam pela prática de falsidade ideológica, formação de quadrilha e crimes contra a ordem tributária.

http://www.diariodecuiaba.com.br/detalhe.php?cod=154106

O SONHO DOS JUSTOS. PRISÃO DE PODEROSOS.

OS VENTOS DA MUDANÇA.

FAMILIARES DE ASSENTADOS

QUE SUMIRAM, AGORA É A HORA

DE AJUDAR A POLÍCIA FEDERAL.

OUTROS CRIMES FORAM

COMETIDOS PARA CONSEGUIR

AS TERRAS.

Presos 33 agricultores,

servidores do Incra e

políticos em operação

da Polícia Federal

Publicado Sexta-Feira, 28 de Novembro de 2014, às 14:47 | CenárioMT com G1MT

terraprometida

Um total de 33 mandados de prisão preventiva foram cumpridos pela Polícia Federal em Mato Grosso durante a operação ‘Terra Prometida’, deflagrada nesta quinta-feira (27). Entre os presos estão políticos, empresários, produtores rurais, entre eles dois irmãos do ministro da Agricultura, sindicalistas, advogados e servidores do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), órgão ligado ao Ministério do Desenvolvimento Agrário. O balanço de prisões foi repassado pela Polícia Federal na manhã desta sexta-feira (28). A PF havia informado anteriormente que tinha cumprido 40 mandados de prisão, mas depois corrigiu o número para 33 presos.
Em Cuiabá, 24 pessoas foram levadas à prisão, entre elas um servidor do Incra. Já em Sinop, a 503 km da capital, oito mandados de prisão foram cumpridos, enquanto em Lucas do Rio Verde, a 360 km de Cuiabá, apenas o ex-prefeito da cidade.

Ao todo, a Justiça Federal de Diamantino, a 209 km da capital, mandou prender 52 suspeitos de participar da organização criminosa que tinha como líderes produtores rurais e empresários que ameaçavam beneficiados para que deixassem terras da reforma agrária, pertencentes à União, para a ocupação ilegal dessas áreas, localizadas nos municípios de Itanhangá e Tapurah, a 447 e 414 km de Cuiabá, com a ajuda de servidores do Incra e de políticos.

Os mandados estão sendo cumpridos em Cuiabá, Várzea Grande, Nova Mutum, Diamantino, Lucas do Rio Verde, Itanhangá, Ipiranga do Norte, Sorriso, Tapurah e Campo Verde.

As investigações do Ministério Público Federal (MPF) começaram em 2009 após uma reportagem veiculada no Jornal Nacional, em setembro daquele ano. À época, foi descoberto o esquema de compra e venda de lotes em dois assentamentos, sendo um em Tapurah e Itanhangá, bem como de ameaças a posseiros, invasão de terras da União e de crimes ambientais.

No ano seguinte, a Polícia Federal instaurou inquérito para apurar o caso. Inicialmente, havia indícios de que produtores rurais, um vereador de Itanhangá, empresários e um advogado estivessem feito uma negociação de lotes. Além disso, uma quadrilha teria ido até o local para ameaçar de morte e expulsar agricultores que tinham recebido lotes do Incra no assentamento localizado em Itanhangá.

Durante as investigações, mais de 70 pessoas, entre elas vítimas, suspeitos e servidores públicos, foram ouvidas, como consta no inquérito. Foi constatado que somente 10% dos lotes do assentamento estariam em mãos de pessoas com perfil de beneficiários da reforma agrária. Mas, pelo contrário, se tornaram grandes fazendas usadas para o cultivo de soja e milho por fazendeiros que teriam comprado as terras após a expulsão dos antigos beneficiários.

Essa organização criminosa era composta por quatro categorias de pessoas, sendo: ocupantes ilegais de lotes destinados à reforma agrária, membros de sindicatos rurais, servidores do Incra e outros colaboradores, que atuavam nos crimes de pistolagem e em defesa dos investigados na Câmara de Vereados daqueles municípios ou na prefeitura.

Um dos dois vereadores de Itanhangá presos na operação tinha relações estreitas com o Incra. Nas investigações apurou-se que tinha influência nas decisões do sindicato rural durante as gestões de duas pessoas que também tiveram a prisão decretada pela Justiça.

Outro político preso foi o vice-prefeito de Itanhangá, Rui Schenkel. Uma das pessoas ouvidas durante o inquérito informou que ele fazia cota e arrecadava grandes quantias para ‘comprar’ servidores do Incra  para tentar regularizar lotes do assentamento daquele município. Rui prestou depoimento e negou a prática de crimes. Alegou que somente dois filhos dele tinham lotes no assentamento.

Porém, foi levantada a suspeita de que outros lotes pertencessem ao vice-prefeito, o que motivou o pedido de prisão dele. “Sua prisão cautelar justifica-se para a conveniência da instrução criminal, a fim de evitar que o investigado, valendo-se de sua grande influência política – haja vista ser ele vice-prefeito de Itanhangá – e econômica, sobretudo sobre servidores
do Incra e membros do sindicato, prejudique a instrução criminal destruindo ou extinguindo provas ou intimidando testemunhas”, diz trecho do inquérito.

http://www.cenariomt.com.br/noticia/408150/presos-33-agricultores-servidores-do-incra-e-politicos-em-operacao-da-policia-federal.html

 

FAZENDO O MELHOR PELA VIDA 5

MAIS AÇÕES PÚBLICAS CONTRA O

ESTADO DO MATO GROSSO

E

O MUNICÍPIO DE LUCAS DO RIO VERDE

PROCEDIMENTO NECESSÁRIO: COLOCAÇÃO DE PRÓTESE DE QUADRIL

PROBLEMA: NECROSE DE CABEÇA DE FÊMUR

PROCEDIMENTO NECESSÁRIO: RESSÔNANCIA MAGNÉTICA

PROBLEMA: JOELHO

PROCEDIMENTO NECESSÁRIO: TRANSFERÊNCIA PARA HOSPITAL COM ESPECIALISTA

PROBLEMA: LEUCEMIA (INTERNADA DESDE ABRIL)

PROCEDIMENTO NECESSÁRIO: MEDICAMENTOS

PROBLEMA: AUTISMO

melhorvida

DEVEMOS ALTERAR O

SLOGAN.

NÃO ESTAMOS FAZENDO

O MELHOR PELA VIDA.

MUITAS VEZES SAÍRIA MAIS BARATO

EXECUTAR O NECESSÁRIO DO QUE

FICAR CONTESTANDO.

PRISÃO DE GRANDES – MARINO ENVOLVIDO 2

É O FIM DAS AMEAÇAS, ASSASSINATOS,

ROUBOS DE TERRAS E FRAUDES

PELOS GRANDES FAZENDEIROS,

EMPRESÁRIOS E POLÍTICOS

DESSA CIDADE?

ALÉM DA LISTA, TEMOS OUTROS

NOMES BEM CONHECIDOS

QUE SERÃO INCLUÍDOS NA LISTA.

AS PRISÕES PROVAM QUE ESSE BLOG

E QUE TODOS OS “REBELDES”

ESTÃO COM A RAZÃO.

E A POPULAÇÃO VAI DIZER QUE

NÃO SABIA QUE MUITA GENTE FOI

MORTA PARA QUE GRANDES FAZENDAS

FOSSEM FORMADAS?

PARABÉNS À POLÍCIA FEDERAL.

TALVEZ A FAMOSA FORÇA

POLÍTICA SALVE ALGUÉM.

NOS PRÓXIMOS DIAS, TODOS OS

CRIMES COMETIDOS PELO BANDO.

FINALMENTE UMA LIMPA NESSA CIDADE.

A MAQUIAGEM CAIU.

ATÉ QUE ENFIM.

FAZ TEMPO QUE ESPERÁVAMOS

AÇÕES CONTRA ESSES CRIMES 

Lista de Prisões Preventivas

Marino José Franz – Líder

Natal Aparecido Deliberalli – Líder

Élio Faquinello – Líder

Éder Frizo Faquinello – Líder

Jesus Valdomiro Selzlien – Líder

Holivar A. da Silva Braga (Verdinho) – Líder

Gustavo Dassoler – Líder

Bento Sangioto – Líder

Wanderley Pastro – Líder

Silvestre Caminski – Líder

Rui Schenkel – Líder

Donizete Casavechia – Líder

Antônio Adi Mattei – Líder

Odair Geller – Sub-líder

Milton Geller – Sub-líder

Agildo Tadeu Prates – Sub-líder

Jorge Luiz Denicolo

Delfino Casavechia

César Tiago Prediger

Valter Ambiel – Sub-líder

Leciano Pedro da Silva – Sub-líder

Vanderlei Proenço Ribeiro – Sub-líder

Valmir João Fungueto – Sub-líder

Joelson Nicoletti – Sub-líder

Oscar Versari – Sub-líder

Osmar Versari – Sub-líder

Luiz Bento Versari – Sub-líder

Fernando Priori Zanatta – Sub-líder

Francisco da Rosa

Elizeu de Oliveira

Gentil Piana

Jeová Pereira

Ademir Borin

Lirio Lopes

Isaias Neri Tobaldini

Polícia Federal deflagra

operação em

Lucas do Rio Verde

pfemlucas

A estimativa é que o esquema tenha

lesado os cofres públicos em até R$ 1 bilhão

Uma equipe da Polícia Federal esta cumprindo mandados de busca e apreensão em Lucas do Rio Verde na manhã desta quinta-feira (27). A ação realizada fazem parte da operação ‘Terra Prometida’, que investiga crimes contra a administração pública por parte de servidores públicos federais e municipais. O nome da operação remete à promessa de terras feita por Deus ao povo escolhido.
Neste momento, a Polícia Federal encontra-se no bairro Pioneiro em Lucas do Rio Verde. Estão sendo cumpridos 52 mandados de prisão preventiva, 146 mandados de busca e apreensão e 29 de medidas proibitivas, nos municípios de Cuiabá, Várzea Grande, Nova Mutum, Diamantino, Lucas do Rio Verde, Itanhangá, Ipiranga do Norte, Sorriso, Tapurah e Campo Verde.  Dentre os alvos da operação, oito servidores públicos estariam sendo investigados, além de 80 fazendeiros.
Segundo informações não oficiais, existem denúncias de irregularidades na concessão e manutenção de lotes destinados à reforma agrária, onde no decorrer das investigações descobriu-se uma verdadeira organização criminosa com forte atuação na região de Lucas do Rio Verde/MT e Itanhangá/MT, estruturada para cometer crimes de invasão de terras da União, contra o meio ambiente, falsidade documental, estelionato, corrupção ativa e passiva, cujas penas podem chegar a até 12 anos de reclusão.
Em Lucas a PF está desde a madrugada desta quinta-feira, e segundo informações não oficiais, 2 empresários foram detidos.  Os presos serão encaminhados para Diamantino, onde posteriormente serão transferidos para a Superintendência da PF de Cuiabá. Cerca de quatro equipes da Polícia Federal estão espalhadas em pontos da cidade, a última informação que recebemos é que um empresário do agronegócio foi detido agora a pouco em sua residência, o nome não foi revelado devido ao sigilo da operação.

Nossa equipe de reportagens está no local, em breve mais informações.

Como funciona o esquema:

O esquema era operado, em síntese, através de pessoas ligadas ao Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Itanhangá (MT) e ao serviço social da Prefeitura Municipal de Itanhangá, que elaboravam listas com nomes de “laranjas” que, em nome de empresários e fazendeiros, falsificavam “cartas de desistência” e Declaração de Aptidão ao Incra.

Em seguida, os servidores do Incra realizavam “vistoria fictícia” para comprovar a posse dos “laranjas”, que após cadastrados no Sipra, eram homologados e imitidos na posse. Entretanto, quando o documento do Incra era emitido, o fazendeiro já estava ocupando e produzindo nas parcelas reconcentradas.

De acordo com informações da PF, o esquema era muito lucrativo, tanto para os intermediários que atuavam nas negociatas, quanto para os grupos do agronegócio que reconcentram as parcelas, usurpando áreas de topografia plana, o que as torna muito produtiva e valorizada após a mecanização.

Atualmente, estima-se que 80 fazendeiros estão reconcentrando ilegalmente cerca de mil lotes da União, sendo que o maior latifundiário reconcentra 55 lotes, e o menor 5 lotes, podendo tal fraude alcançar o montante de um bilhão de reais, em valores atualizados.

http://www.cenariomt.com.br/noticia/407910/policia-federal-deflagra-operacao-em-lucas-do-rio-verde.html

FAZENDO O MELHOR PELA VIDA 4

AÇÃO CIVIL PÚBLICA MOVIDA

PELA DEFENSORIA PÚBLICA.

MAIS UMA VEZ, RÉUS:

ESTADO DO MATO GROSSO

E

MUNICÍPIO DE LUCAS DO RIO VERDE

HOMEM SOFRE AVC NO ÚLTIMO DIA

DO MÊS DE JANEIRO DE 2014.

PRECISA DE TRANSFERÊNCIA PARA UTI

MUNICÍPIO COM ALTO IDH

SEM UTI?

MUNICÍPIO, ATRAVÉS DE SEU PREFEITO

OTAVIANO OLAVO PIVETTA, FOI

INFORMADO DA NECESSIDADE E

DA DECISÃO JUDICIAL A CUMPRIR,

DIA 03/02/2014.

MAS, INFELIZMENTE, NÃO HOUVE TEMPO.

POR FALTA DE UTI, O PACIENTE FALECEU

ANTES DA DECISÃO SER CUMPRIDA.

melhorvida