ELEIÇÕES 2012. O QUE FOI REAL? – Parte 5

OFICIALMENTE, NENHUMA MENÇÃO DE

INVESTIGAÇÃO AO CASO FOI FEITA DEPOIS.

O CASO ESTÁ ARQUIVADO POR INSUFICIÊNCIA DE PROVAS.

EM OUTRAS PALAVRAS, O AÚDIO NÃO REFLETIA A REALIDADE.

MAIS UMA MANOBRA POLÍTICA. 

LUCAS DO RIO VERDE:

Acusado de corrupção,

juiz Gahyva pede afastamento do TRE

Enviado em 29/09/2012 às 08:03 h – Atualizado em 29/09/2012 às 08:03 h

Após o juiz André Luciano Costa Gahyva ter sido acusado de participar de um esquema para prejudicar a campanha do candidato a prefeito de Lucas do Rio Verde pelo PDT, Otaviano Pivetta, o presidente em exercício do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), desembargador Gerson Ferreira Paes, aceitou pedido de afastamento feito pelo juiz da 21ª Zona Eleitoral do município.

A decisão da presidência do Tribunal ocorreu na manhã de ontem sexta-feira (28). O magistrado foi acusado de suposta imparcialidade em ações da Justiça Eleitoral, com um suposto favorecimento ao candidato do PMDB à prefeitura da cidade, Rogério Ferrarin.

A gravação de um áudio revelaria um suposto diálogo entre o magistrado e Henry Peter, que é filho do coordenador da campanha de Ferrarin. A presidência do TRE-MT designou o juiz eleitoral Bruno D’Oliveira Marques para responder, em substituição, pela 21ª zona. D´Oliveira é juiz de Direito da 1ª Vara da Comarca de Lucas do Rio Verde.

O áudio teria sido captado na última segunda-feira (24). Na oportunidade, o magistrado estaria acompanhado de Henry Peter, identificado como “homem” na gravação. O objetivo da reunião, que teria sido em uma estrada vicinal na zona rural, na saída da cidade, seria um esquema para prejudicar a candidatura de Otaviano Pivetta.

Na conversa, o suposto juiz comenta que já teria indeferido pedidos do candidato Otaviano Piveta, o que comprovaria parcialidade e favorecimento ao candidato Rogério Ferrari, no pleito eleitoral em Lucas do Rio Verde.

Demonstrando nervosismo, o juiz parece desconfiado e chega a comentar que teme a chegada da polícia no local, já que, segundo ele, não teria como explicar o encontro. A voz também afirma que teme conversar dentro do carro de Ferrarrin, já que o veículo poderia conter um grampo e captar a conversa de ambos.

Mesmo assim, aceita a proposta e troca de veículo para conversarem. 14 minutos depois retorna ao próprio veículo, por isso, o teor do diálogo não foi captado.

Desconfiado, relembra até mesmo o caso do ex-diretor do Dnit, Luiz Antônio Paggot e do contraventor Carlinhos Cachoeira, que, segundo ele, foram pegos por grampos. Após conversar com Ferrarin, ele e Henry seguem conversando sobre a mulher do candidato, que classificam como “bonita” e detentora de metade dos votos do marido.

http://www.barra1.com.br/index.php?pg=entrevista&id=16320

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