Promessas de políticos

Ano: 2013 – Abertura do ano letivo. Frases do Prefeito Eleito.

“Os profissionais da educação terão a certeza do aumento real, a prefeitura estará empenhada na valorização.”

“Profissionais da educação terão prioridade para conseguir a tão sonhada casa, dos projetos sociais em andamento na cidade.”

Resultado:

– Estado de greve

– Merendeiras, professores que não foram selecionados, apesar de nome limpo e condições para pagar. 

 

As promessas que serão feitas nestas e nas próximas eleições serão postadas aqui neste site e estaremos cobrando durante os mandatos dos eleitos. 

 

Lucas: professores e prefeitura chegam a entendimento mas estado de greve continua

» Educação

 

Por Angela Fogaça/Só Noticias em 01 de Agosto de 2014 ás 14:15

Os professores da rede municipal de ensino acataram durante assembleia, ontem à noite, a proposta apresentada pelo prefeito Otaviano Pivetta. Apesar disso, a presidente do Sindicato dos Trabalhadores do Ensino Público (Sintep) do município, Tânia Jorra, disse, ao Só Notícias, que a categoria mantém o estado de greve até que a proposta passe pela câmara e seja transformada em lei.

Na proposta apresentada, a administração acata a sugestão de enquadramento dos vencimentos, conforme tabela apresentada pelo Sintep, de equivalência com o que é pago pelo governo do Estado aos professores com jornada de 30 horas a partir de 2016. Atualmente, no município, o salário inicial é de R$ 2.348 (para 30 horas semanais com nível superior) e o pretendido é o valor de R$ 2,6 mil que é o salário dos profissionais do Estado com esta mesma carga horária e graduação.

Também houve a garantia da revisão anual dos vencimentos considerando o índice inflacionário e o ganho real de no mínimo 2% já para o próximo ano. O reenquadramento deve ser feito ainda neste ano. A presidente do Sintep ressaltou que espera que já passe a valer para a folha de pagamento de agosto.

O estado de greve foi aprovado na semana passada alegando insatisfação com a falta de política de valorização da classe. Eles reivindicavam proposta de ganho real de salários desde a greve realizada no ano passado. A secretária de Educação, Elaine Lovatel, afirmou que uma comissão já estava estudando o assunto. “É importante frisar que os professores não estão parados. O estado de greve é uma forma de pressionar para que a resposta seja mais rápida. Queremos tranquilizar os pais, pois acreditamos que os professores não vão parar novamente já que os prejuízos para eles e para os alunos são muito grandes”, disse ela, referindo-se à greve do ano passado.

Fonte: http://www.sonoticias.com.br

http://www.leialucas.com.br/noticias/Educacao/5631/

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